Se tem uma coisa que me admira na Motorola é a audácia. Tradicionalismo não é com ela. O resultado disso são produtos inovadores, ou pelo menos tão excêntricos que chamam a atenção de uma forma ou de outra. O preço é o alto risco, que pode gerar um sucesso estrondoso, com foi o caso do RAZR, mais conhecido com V3, ou um fracasso como o primeiro ROKR, que apesar de ser integrado ao o iTunes da Apple, não convenceu ninguém.

O mérito da avaliação é da equipe do INFOLAB.
1251989420563_58[1]

Chegou ao INFOLAB o novo celular da Motorola, o MotoCubo A45. E sua proposta é clara e direta: atingir o público jovem que gosta de trocar muito SMS e que ainda caiba no bolso, nos dois sentidos.

A gente já havia brincado um pouco com o MotoCubo na semana passada, e hoje só comprovamos o que imaginávamos: para sua proposta, o MotoCubo faz bem o serviço. Com formato diferente, ele cabe fechado na palma da mão. Mas é só deslizar o teclado QWERTY que ele aumenta e te obriga a teclar loucamente.

motocubo-1[1]

A ideia do MotoCubo lembra o Samsung Scrapy e o LG Messenger GT360. Ou seja, celulares com preço mais aceitável, interface simples e facilidade para acessar redes sociais e mensagens de texto. A diferença do MotoCubo é o formato, com um QWERTY diferente dos concorrentes. Mas uma coisa comum a todos: para torná-los baratos, conexão via EDGE é a única saída.

Outra sacada do MotoCubo são os aplicativos para Google Maps e orkut, criados em parceria com o próprio Google, o que torna ainda mais fácil o acesso. Se quatro cliques é demais para você, dá pra entrar no orkut apertando duas teclas nesse celular.

motocubo-2[1]

Ele ainda tem câmera de 2 megapixels e cartão de memória de 2 GB expansível para até 32 GB. O celular ainda vai fazer a garotada ser amiga do meio ambiente, já que ele tem 25% de materiais feitos de garrafas PET recicladas. Como a ideia é caber no bolso não só pelo tamanho, dá pra levar o MotoCubo desbloqueado por 549 reais. Aceitável, não?