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Vídeos – Aprendendo a programar para a Web… e bem!

Antes do comunicado “oficial”, vou falar um pouco sobre o assunto.

É fato. Programar para a Web jáse tornou algo corriqueiro para qualquer profissional de tecnologia. Mesmo que ele passe longe de um servidor web ou linguagem de programação, ele tem idéia do que é HTML, Javascript, CSS e outras coisas que compõem o mundo da programação para a Web.

Mesmo profissionais que não são da área de tecnologia tem que se render a um entendimento mínimo de como as páginas web são construídas, isso claro se quiserem tirar algum proveito que vá além da simples rolagem, leitura e cliques no links.

Conclusão: qualquer um que tenh algum contato um pouco mais “intenso” com tecnologia no dia a dia já sabe e cria seu próprio site, html, ou qualquer coisa que possa ser publicada.

Isso tem gerado uma classe de programadores Web, se é que podemos nomeá-la assim, que tem gerado “produtos” de qualidade sofrível por motivos que não vem ao caso neste momento, mas que comentarei em outra oportunidade, espalhados por vários futuros posts/artigos.

O objetivo desse post além da divulgação promovida pelo título é, como obter um diferencial no desenvolvimento Web já que há tantos detentores deste conhecimento, o que resulta na seguinte verdade:

É fácil achar programadores web. Difícil é achar bons programadores web. Percebo isso em cada processo seletivo que passo e em conversas com colegas no ramo.

Talvez seja por isso que a Visie, uma consultoria de treinamento para desenvolvimento Web tem disponibilizado uma série de materiais para ensinam e orientam como desenvolver aplicações para a Web dentro do padrões estabelecidos pelo W3C. Tá, mas o que isso significa?

Significa desenvolver sites com um padrão de qualidade exigido pela maioria dos navegadores, o que significa que seu site funcionará bem, independente de qual browser seja utilizado. Mas o mais importante é que, seguir estes padrões Web significa que seus sites serão bem vistos pelos mecanismos de busca. Isso agrega um valor altíssimo a seu conhecimento pois todo site construído nestes padrões estará sempre um ponto a frente de outros que disputem o mesmo público, mas que não seguem estas boas práticas. Isso sem falar que seu código será mais limpo, legível, reaproveitável e leve.

Os tutoriais são disponibilizados em formato texto e vídeos. Para acessá-los, os endereços são:

http://visie.com.br/campus

http://www.tableless.com.br/

Há planos de acesso para conteúdo restrito e pago, mas tem muita coisa disponível gratuitamente e de ótima qualidade.

Desejo a todos bons estudos!

Abraços

Tomás

Browsers para Mobile – Nova era

Por Diego Eis do tableless.com.br

Pense um pouco e tente lembrar de pelo menos uma maneira de acessar a internet que não seja a partir de dispositivos móveis ou computadores (notebooks e desktops). Difícil, não é?

Hoje, conhecemos bem apenas um meio de acessar a internet que é o computador. Estamos começando agora a navegar decentemente com dispositivos móveis, como um PDAs ou Smartphones. Além do óbvio, não conhecemos os futuros reais problemas de usabilidade e arquitetura de informação dos sites destinados à estes aparelhos. Estamos apenas engatinhando.

Naveguei um pouco pelo Safari do iPhone, e enquanto me adaptava, me perguntava várias vezes sobre a real necessidade de haver uma versão para mobiles. O iPhone tem uma maneira diferente de tratar os sites. Ele renderiza como se fosse um browser para desktop: o site aparece em miniatura na tela. Assim você tem uma visão geral do site e com apenas dois toques você aumenta o zoom no local que você gostaria de ler.

O interessante do iPhone, é que a Apple ensina e mostra exatamente como fazer um site que possa ser bem visto em um iPhone. Nunca vi nenhuma outra fabricante de celular fazer algo parecido. Eles te mostram características e formas de fazer um site bem feito com características úteis para o visitante e usuário de iPhone.

Juntamente com o iPhone, o Opera Mini 4, também utiliza esse tipo de navegação por miniatura e zoom. Esse método de navegação para celulares com tela pequena se mostrou muito mais confortável que o modo convencional.

Na minha opinião, essa maneira de renderizar, dispensa a criação de uma outra folha de estilo para mobiles. Como não existe apenas o iPhone no mundo, e nem todo mundo utiliza o Opera Mini para navegar, ainda precisamos criar uma versão mobile do nosso CSS para que os sites sejam acessados decentemente a partir de mobiles com navegação convencional.

O W3C acabou de lançar um teste parecido com o Acid para testar a compatibilidade dos browsers para mobiles.

A guerra dos browsers para mobiles vai ser diferente. O Internet Explorer ainda não prevalece nesta área, e sistemas realmente bons, utilizam o Opera como navegador padrão. Uma boa notícia é que o Internet Explorer para mobiles não é tão terrível quanto o IE para desktops.

Enquanto isso, leia algo antes de começar a fazer a versões mobiles por aí:

Tomás Vásquez
www.tomasvasquez.com.br