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YouTube cria canal para postagem de vídeos independentes

O YouTube anunciou a criação de um novo canal vídeos dentro da sua página chamado Screening Room, que servirá de vitrine para cineastas e produtores independentes.

Com 69 milhões de visitantes, de acordo com os dados de maio medidos pela Nilsen, o Google, que busca fórmulas para capitalizar a grande audiência do seu serviço, investe agora em um público que usa a mesma linguagem como ferramenta de trabalho.

Pelo Screening Room, cineastas e produtores de todos os países poderão enviar seus trabalhos para serem postados no site. A cada duas semanas serão exibidas quatro produções (inéditas ou não) escolhidas pelo canal editorial do YouTube. No primeiro mês, o serviço exibirá curtas da Noruega, Suécia, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos.

Além desse canal, o YouTube fará uma prospecção em festivais de cinema do gênero em busca de talentos para projetar na internet. O site de vídeos informou ainda a realização de parceria com canais de TV a cabo especializados nesse tipo de produção, como o Sundance Channel.

Além de ganhar visibilidade, os filmes poderão ser comprados em formato digital ou DVD, e os autores receberão parte do lucro gerado com os anúncios publicitários.

A iniciativa abre uma porta de intercâmbio entre produtores e fãs que terão retorno imediato do trabalho apresentado por meio do fórum de discussões do próprio Screening Room.

Fonte: iMasters

Tomás Vásquez
www.tomasvasquez.com.br

Melhore a qualidade dos videos do Youtube

Aprenda como melhorar a qualidade dos vídeos do Youtube. Para melhorar a qualidade dos vídeos que estão com a qualidade péssima basta que você adicione o seguinte código no final do endereço da página.

O código para melhorar os vídeos é:

&fmt=18

Aqui está o vídeo em inglês de um cara ensinando o truque:



No caso ficaria assim:

Na barra de endereços está o seguinte:

http://www.youtube.com/watch?v=27mb_AyzGyQ

Para ver o vídeo com qualidade superior basta acrescentar &fmt=18 no final, ficando da seguinte forma:

http://www.youtube.com/watch?v=27mb_AyzGyQ&fmt=18

Depois de colar o código aperte o enter e o vídeo será mostrado com uma qualidade bem superior ao vídeo original.

Obs 1: Logo abaixo do vídeo aparece uma mensagem em inglês (Watch this video in lower quality for faster playback) oferecendo para você assistir ao vídeo com uma qualidade mais baixa para que não fique travando.

Obs 2: O código não funciona com todos os vídeos. Existem alguns vídeos que não melhoram a imagem. Nem mesmo aparece a opção de descrita na obs 1.

Para os vídeos que aceitam o código a melhora é significativa. De qualquer forma fica a dica para quem quiser usá-la.

Fonte: http://planetin.blogspot.com/

Tomás Vásquez
http://www.tomasvasquez.com.br

Políticos no Orkut e até no Youtube!

 

Especialista diz que candidatos à eleição de outubro precisarão investir em diálogo para atingir internauta.

Esqueça o discurso, exercite o diálogo. Difícil para políticos? Pois este é exatamente o comportamento esperado de candidatos que querem atingir o eleitor das comunidades da Internet, como Orkut e You Tube, cujo uso vêm crescendo no país em campanhas eleitorais.

A recomendação é de Marcelo Coutinho, professor da ESPM e diretor de análise e mercado do Ibope.

“O site do candidato é só discurso, não tem interatividade. Se você quer usar as comunidades de Internet, é preciso dialogar”, disse ele à Reuters, tendo em mente o convencimento de candidatos sobre o eleitorado.

Coutinho, que realizou pesquisa em conjunto com dois outros professores da ESPM sobre uso da Internet nas eleições presidenciais de 2006, vai ainda mais longe ao aconselhar os candidatos que pretendem utilizar estas redes: “Esqueçam também a noção de controle”.

Ou seja, para o pesquisador, o político precisa se desprender daquela neurose de que uma parte dos que querem entrar em contato com ele em um site ou uma comunidade de Internet são adversários e concorrentes que só querem prejudicá-lo.

Nessas comunidades, os candidatos podem entrar em contato com os eleitores jovens, os mais resistentes a temas políticos. Ao mesmo tempo, o levantamento dos pesquisadores indica que há interesse pelo assunto, já que existem aproximadamente 180 comunidades no Orkut sobre os atuais principais candidatos a prefeito da cidade de São Paulo, num universo de quase mil comunidades sobre eleições.

O número total é superior ao de julho de 2006, quando foram encontradas 46 comunidades sobre os principais candidatos a presidente. Nas duas eleições, o que chama mais a atenção são as comunidades pró e contra candidatos. Há dois anos, a maior comunidade pró-Geraldo Alckmin (PSDB) reunia 221 mil integrantes e a maior pró-Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 106 mil.

O crescimento contrasta com o interesse menor despertado pelas eleições municipais do que pelas presidenciais. Indica, por outro lado, o avanço do uso deste meio.

Pelo Orkut, rede social do Google, é possível participar de fóruns de discussão sobre os temas mais diversos e fazer ou encontrar amigos. Dos 60 milhões de usuários do Orkut em todo o mundo, 27 milhões ficam no Brasil.

É preciso, no entanto, dar um desconto no dado fornecido pelo Google uma vez que ele não identifica um mesmo usuário que se cadastre com nomes diferentes.

“As eleições locais mobilizam menos os eleitores do que as eleições nacionais, mas dado o crescimento acelerado da Web nos últimos anos e a popularidade crescente das redes sociais, pode ser que ao menos na Internet esta regra não se confirme”, acredita Coutinho, que junto com os colegas vai atualizar a pesquisa com os dados da eleição municipal, que ficará pronta em 2009.

Internet Bate Revistas

A Internet como um todo está acima das revistas como meio utilizado pelos eleitores para conhecer os candidatos. Nas eleições de dois anos atrás, segundo o Ibope, a Internet foi o meio de informação indicado por 6 por cento dos eleitores, ou 7,8 milhões do total de 126 milhões de eleitores daquela eleição.

As revistas ficaram com 4 por cento e os meios tradicionais permaneceram bem à frente: TV (76 por cento), jornais (29 por cento) e rádio (28 por cento).

Coutinho afirma que o patamar atual do Brasil é similar ao dos Estados Unidos no início da década, quando a Internet superou primeiro as revistas, depois o rádio e, na atual disputa presidencial, se transformou na segunda fonte de informação para os eleitores depois da TV.

O candidato democrata Barack Obama optou por reduzir sua estrutura administrativa para fazer campanha pela Internet. Ele tem usado as redes sociais para gerar envolvimento e contribuição financeira para sua campanha.

O professor afirma ainda que, apesar de o uso da Internet para temas políticos ser menor do que nos EUA e na Europa e ter impacto limitado na decisão de voto, os brasileiros, das faixas A e B, estão entre os que passam mais tempo na Web em casa, ultrapassando norte-americanos e europeus.

Fonte: INFO

Tomás Vásquez
http://www.tomasvasquez.com.br